Programa Hubert H. Humphrey Bolsas de Estudo para Aperfeiçoamento Profissional nos Estados Unidos inscrições até 15 de junho de 2009 O Programa oferece bolsas de estudos nos Estados Unidos para profissionais brasileiros do setor público e do terceiro setor (ONGs) em meio de carreira, preferencialmente empreendedores sociais, com comprovado potencial de liderança e atuantes nas áreas de: . Desenvolvimento e Economia Agrícola; . Direito (com foco em Direitos Humanos); . Drogas (Educação, Prevenção e Tratamento); . Manejo de Recursos Naturais e Meio Ambiente; . Planejamento Urbano e Regional (com foco em habitação popular); . Políticas e Administração de Saúde Pública; . Política e Administração de Tecnologia (com foco em inovação); . Políticas e Planejamento Educacional (democratização, acesso e equidade do ensino superior); . Tráfico de pessoas (políticas de prevenção). Durante os onze meses de bolsa nos EUA os participantes terão oportunidade de ampliar e adquirir experiências profissionais relacionadas às suas áreas de trabalho, numa combinação acadêmica e profissional. As candidaturas serão avaliadas pelo Comitê de Seleção no Brasil, que indicará os candidatos brasileiros ao Comitê Internacional, responsável pela seleção final em nível mundial. Terão prioridade candidatos: . Provenientes de setores subrepresentados, por razões socioeconômicas, em programas internacionais de aprimoramento educacional e profissional; . Talentosos, com capacidade de liderança, que queiram aprimorar seus conhecimentos em sua área de atuação; . Com vinculação profissional com o setor público ou, preferencialmente com o terceiro setor (ONGs); . Com experiência em trabalho ou atividades relacionadas ao desenvolvimento de sua comunidade, grupo social, região ou do País; . Sem experiência educacional ou profissional no exterior. Informações: www.fulbright.org.br
sexta-feira, maio 08, 2009
quinta-feira, abril 23, 2009
CELEX e VAGAS firmam parceria
para criação de banco de talentos
em comércio exterior e RI
O CELEX - Centro de Logística de Exportação e a VAGAS Tecnologia firmaram parceria para a criação de um banco de talentos altamente qualificado e segmentado, formado por profissionais das áreas de comércio exterior e relações internacionais.
Estes profissionais têm acesso, entre outros serviços, a oportunidades de carreira oferecidas pelas empresas instaladas no Poupa Tempo da Exportação (São Paulo/SP) e clientes VAGAS em todo Brasil. A comunidade CELEX já conta com mais de 1,3 mil cadastros de profissionais especializados em comércio exterior e RI, e a divulgação de vagas para este banco de talentos já está disponível para todas empresas clientes VAGAS na página de serviços do software VAGAS e-partner.
Sobre o CELEX
O Centro de Logística de Exportação - CELEX - é uma associação que nasceu em 2004 por uma parceria entre o governo do estado de São Paulo e a iniciativa privada, cuja a missão de fomentar as exportações brasileiras e incrementar as relações internacionais. Sua atuação envolve apoio logístico, capacitação e divulgação de micro, pequenas e médias empresas interessadas em realizar negócios no exterior. Para mais informações acesse www.celex.org.br.
terça-feira, abril 14, 2009
Ibmec traz ao Brasil competição internacional de inovação
Voltado aos estudantes de MBA, jogo busca as melhores soluções para problemas de grandes empresas
por Época NEGÓCIOS Online
Estimular a inovação através de um campeonato que busque soluções para problemas enfrentados por grandes empresas. Essa é a idéia do Innovation Challenge, evento realizado desde 2003 nos Estados Unidos, que deve chegar ao Brasil neste ano, trazido pelo Ibmec. O Innovation Challenge é a maior competição do mundo direcionada à inovação para grandes empresas com o envolvimento de alunos de MBA.
Sediado originalmente na Darden School of Business, no estado da Virgínia, o jogo reúne anualmente centenas de participantes ao redor do mundo. “No ano passado, foram 440 equipes de 88 universidades”, conta Marcos Hashimoto, coordenador do Centro de Empreendedorismo do Ibmec. “A organização do evento queria abrir franquias na Ásia e na América Latina.
Entramos em contato para fazer a primeira edição brasileira do evento”. Para poder participar da competição, basta ser aluno de uma escola de MBA e montar uma equipe. O jogo é simples. As companhias patrocinadoras do evento colocam questões que enfrentam para que os alunos, em grupos, proponham saídas inovadoras para os dilemas.
Entre algumas perguntas já apresentadas na edição global do desafio estão: -Como a IBM pode se estabelecer na China e Índia como líder em criar valor na inovação de processos? -Como você faria para incentivar mais estudantes de faculdades, que atualmente assinam Wall Street Journal, a renovar a assinatura após a graduação?
Depois de apresentadas as questões, os grupos decidem sobre qual delas querem trabalhar. As empresas, então, passam aos participantes informações mais precisas sobre o dilema que enfrentam. Pela internet, são agendados encontros entre representantes das companhias e os alunos do MBA. Os estudantes têm duas semanas para elaborar suas propostas.
Depois disso, as idéias são analisadas por um júri formado por consultores, executivos e especialistas e as melhores são selecionadas para a final, que ocorrerá no campus do Ibmec, em São Paulo. Na etapa final da competição, serão dadas novas questões para os grupos finalistas analisarem. A equipe vencedora desse último turno ganhará R$ 10 mil. A segunda colocada, R$ 5 mil, e a terceira, R$ 2,5 mil.
As idéias ganhadoras poderão ser postas em prática pelas empresas patrocinadoras da competição. A iniciativa da Ibmec de trazer para o Brasil o Innovation Challenge já conta com um patrocinador, a Bunge, e está à procura de outro para finalizar a organização do evento.
Até o final de maio, essa primeira etapa deve estar terminada, para que o cronograma do evento possa ser estabelecido. “A competição vai fomentar a inovação e servir como parâmetro para as universidades avaliarem a capacidade de inovar de seus alunos”, diz Hashimoto.
quinta-feira, abril 09, 2009
Data: 15/04/2009 Horário: 9h - 10h (Welcome coffee 8h30) Local: Ibmec São Paulo (ver mapa)
No próximo Bota Pra Fazer Debates vamos discutir as ferramentas e estratégias existentes para captar os recursos necessários para a criação de um novo negócio e até o financiamento para a sua empresa. Nesse momento de incertezas econômicas inovar e criar oportunidades são pontos essenciais para garantir a sobrevivência do seu empreendimento.
Fernando Blanco, que conhece sobre decisões do comitê de crédito dos bancos, André Rezende empreendedor, que soube usar o crédito e que fez dar certo, Marcelo Nakagawa, investidor especialista em empreendedorismo, vão ajudar você a entender sobre esse cenário e mostrar como e quais são as melhores formas para correr atrás e conseguir o crédito.
André Luiz Rosa Rezende. Engenheiro de Produção 49 anos, Formado pela Poli-USP em 1982, Mestre em Engenharia de Produção. Antes de se tornar empreendedor, trabalhou em empresas como Engesa, Brascom e JPX. É Fundador e Diretor Presidente da Prática Produtos Ltda., empresa líder em fornos para gastronomia, presente por três anos consecutivos em as PME que mais crescem no Brasil, segundo pesquisa da Revista Exame PME
Marcelo Nakagawa. É administrador de empresas pela FEA/USP, com mestrado em Adminstração pela PUC/SP e doutorado em Engenharia de Produção pela Escola Politécnica/USP. É professor de empreendedorismo e inovação da Fundação Vanzolini e Fundação Instituto de Administração (FIA) e consultor para o Senac/SP. Tem experiência como executivo nas áreas bancária/financeira (Sumitomo Bank), consultoria estratégica (A.T.Kearney), venture capital (Eccelera), inovação tecnológica (IPT) e private equity (Naspers/MIH).
Instituto Endeavor
www.endeavor.org.br
Este evento é gratuito. Faça sua inscrição clicando aqui.
terça-feira, abril 07, 2009
Google Ventures, para outros também terem sucesso
Bill Maris e Rich Miner. Esses são os dois responsáveis pelo Google Ventures, o novo fundo de capital de risco que o Google anunciou ontem para dar oportunidade –leia-se dinheiro– a qualquer um que tenha uma ideia na cabeça e uma câmera (ops, ato falho) na mão. Eu li e reli todo o texto do site do Google Ventures e não vi menção a restrições a start-ups de fora dos Estados Unidos. A iniciativa tem tudo para ser para valer –afinal, o Google é ele mesmo filho doventure capital da Sequoia Capital– e só resta saber se vai ser um capital empreendedor meramente local, como manda o costume, ou não. Se bem que, numa livre interpretação, o Google já é local em muitos lugares do mundo, Brasil inclusive.
Então, você tem uma boa ideia? Vai lá. Eles estão procurando a “next big thing”. E conta pra gente depois o que aconteceu. A seguir, o anúncio feito no blog do Google. (E, como todo mundo deu, a notícia causou um frenesi, não tem nem graça eu tentar nomear o mensageiro.)
